No dia 10 de setembro de 2001 o vice-presidente Dick Cheney foi na TV criticar os gastos militares dos EUA. Falou que 2.3 TRILHÕES de dólares haviam se perdido nas contabilidades do Pentágono. Um dia depois acontecia o maior atentado de falsa-bandeira da história mundial. E um dos “aviões” (que ninguém viu direito) atingiu exatamente a área de contabilidade do Pentágono, matando funcionários, destruindo registros e qualquer chance de descobrir o paradeiro desse dinheiro.
No mesmo dia desapareceram 720 milhões de dólares em barras de ouro, que estavam armazenadas no subsolo do World Trade Center 4. Isso sem falar nas estranhíssimas transações financeiras que aconteceram envolvendo o mercado especulativo, meses antes dos ataques, e nas que aconteceram no dia e cujos registros acabaram se perdendo na papelada e computadores que explodiram junto com os prédios.

Não se pode dizer que os norte-americanos não são pragmáticos e eficientes. Lucram até numa farsa extremamente difícil e arriscada de se perpetrar.

Mas nunca ficam satisfeitos. E novamente aproveitaram outra oportunidade pra tirar MAIS dinheiro dos cofres públicos, dessa vez com a farsa da Crise econômica de 2008. Enquanto os executivos fingiam surpresa e os analistas do Governo insistiam em cobrar do Congresso uma quantia absurda pra “salvar” as empresas, a verdade era que essa bomba tinha relógio e vários economistas já haviam alertado o governo (no que foram solenemente ignorados). Nenhum executivo das empresas teve prejuízo com a Crise, ao contrário, todos os bônus foram pagos, e no governo Obama $700 bilhões foram tirados dos contribuintes norte-americanos praticamente da noite para o dia, seguindo orientações da MESMA equipe econômica do Governo Bush que deixou a situação chegar onde estava. O dinheiro não estava vinculado a nenhuma obrigação por parte das empresas, e o que acontece quando você dá dinheiro na mão de um ladrão?

As empresas beneficiadas com o “resgate” financeiro do contribuinte depositaram esse dinheiro em paraísos fiscais, como as Ilhas Caiman, onde estão livres de taxas (e assim causando prejuízo à economia dos EUA). Empresas como a Goldman Sachs, o Citigroup, a American Express, AIG, Bank of America, General Motors, JP Morgan Chase, Merrill Lynch, etc.

A companhia AIG foi “salva” da falência com $180 bilhões do dinheiro dos contribuintes, mas isso não a impediu de pagar $165 milhões em BÔNUS pra seus executivos, muito menos de distribuir esse dinheiro com outros bancos americanos e europeus, notadamente o Goldman Sachs Group Inc. Esse banco é interessante pois participa ativamente do poder econômico dos EUA. Edward Liddy é o CEO da AIG e foi um dos diretores da Goldman Sachs, enquanto Henry Paulson, secretário de tesouro do presidente George W. Bush (e responsável pelo estado de coisas que desencadeou a crise) TAMBÉM era da Goldman Sachs. E a administração de Obama está INFESTADA de gente da Goldman Sachs. Então estamos falando aqui de colegas, raposas cuidando do galinheiro, assim como é o Congresso Brasileiro. Só que lá o assalto aos cofres públicos é muito mais violento, na casa dos bilhões.

As agências de “rating” – totalmente desreguladas e comprometidas tão-somente com os lucros – causaram a desvalorização imobiliária de 2008, e são elas que classificam países (inclusive o Brasil e a Europa). Portugal caiu de “rating” e está em crise, assim como a Grécia e a Irlanda, enquanto Itália e Espanha estão à beira do precipício. Que poder é esse que é dado pra empresas privadas destruírem países, enquanto todo mundo sabe que os EUA estão imprimindo dinheiro sem valor algum e com uma dívida interminável, e ainda assim recebendo classificação AAA?

A China já botou suas barbas de molho, e sinalizou que pode parar de bancar a farra dos EUA (que só não fale porque a China compra papéis dos EUA, num interesse mútuo). O Japão (outro que sustenta os EUA) também tem seus próprios problemas pra cuidar, então uma crise de proporções gigantescas pode estar no horizonte muito em breve. Crise esta que pode beneficiar os planos de gente como os Rockefeller, que controlam a economia e querem há muito implantar uma moeda única pra o continente americano, o Amero, em substituição ao dólar.

Está circulando uma história de que uma parte das reservas de ouro dos EUA (o lastro da economia de todo país) é FALSA. Em Outubro de 2009, a China supostamente recebeu dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, como acerto de contas no balanço de comércio externo. Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de “ouro falso”: Eram barras de tungstênio revestidos com cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem – Fort Knox, USA. A história ganha e muito um ar de veracidade porque o Congressista Ron Paul quer que o governo abra os cofres e conte TODAS as barras de ouro, algo que não é feito desde a época do presidente Eisenhower. Isso é ainda mais agravado quando se sabe que o Federal Reserve (dono de 5% do ouro, e que de federal não tem NADA) tem o poder de secretamente vender ou trocar ouro com outros países.

Incluíram até o caso Dominique Straus Kahn como uma conspiração, supostamente porque ele tinha ido aos EUA justamente pra clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. Um dia talvez saibamos da verdade, mas o Primeiro-Ministro da Rússia, Vladimir Putin, já deixou no ar que tudo não passa de uma armação.

Por fim, deixo a recomendação de quem quiser saber mais sobre a política e manipulação financeira dos EUA assistir aos documentários Inside Job (que ganhou o Oscar 2011) e um delicioso documentário-comédia chamado The Yes Men Fix the World, em que dois ativistas se fazem passar por membros de megacorporações, dando depoimentos absurdos em TVs e congressos.

 

Nascemos do caos
de um delírios de corpos amando-se,
misto de paixão, suor e prazer.


Nascemos com a imensa necessidade de vida
e o incontrolável desejo de morte
que ronda os nossos passos
sombra negra
e certeza de partir.


Somos animais hipócritas vestidos de razão,
ocultando nas nossas veias o sangue vermelho do instinto.
Cai a minha máscara
e sei que preciso viver a intensidade de cada desejo.


Sentir sem medo de sentir,
caminhar sem medo de errar,
errar sem medo de acertar.
A minha alma adormece…
a chama daquilo que um dia poderia ter sido.
A minha vida espreita o dia de poder
explodir em riso e festa
aquilo que ainda guardo para viver.

 



Oscar: In the eyes of every woman, I could see the reflection of the next.

Oscar: She’s a man-trap! Look what she did to me!

Mimi: I want to marry you. I want to give you babies. I want to give you the rest of my life!
Oscar: I don’t want the rest of your life. I want my own.

Oscar: Have you ever truly idolized a woman? Nothing can be obscene in such love. Everything that occurs in between it becomes a sacrament.

Oscar: Everyone has a sadistic streak, and nothing brings it out better than the knowledge you’ve got someone at your mercy.

Oscar: I’d been granted a glimpse of heaven, then dumped on the sidewalk of Rue d’Assas.

Oscar: We were developing a narcotic dependence on television – the marital aid that enables a couple to endure each other, without having to talk.

Oscar: She came to see me when I got out of Intensive Care. She said, there’s bad news and there’s good news. You’re paralyzed from the waist down – permanently. OK, I said, let’s have the good news. That was the good news, she said. The bad news is that from now on, I’m taking care of you.

Oscar: What happened to your dance classes?
Mimi: Dancing has to come from the heart.
Oscar: So?
Mimi: My heart is broken.

Oscar: Nothing ever surpass the rapture of that first awakening. I might have been Adam with the taste of apple fresh in my mouth. I was looking at all the beauty in the world embodied in a single female form and I knew, with sudden blinding certainty, this was IT!

Oscar: It’s no fun hurting someone who means nothing to you.

 

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’).

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Acid – Saindo da Matrix.


Pergunte a si mesmo…

Quando passamos a questionar quem, de fato, somos, esta pergunta se torna a base para toda e qualquer diretriz que possamos dar à nossa vida.
Crenças e valores arraigados caem por terra, deixando-nos com um vazio, que aos poucos passa a ser preenchido por nossas verdadeiras necessidades, aquelas que emergem do ser real, e não mais daquele que foi moldado para adaptar-se convenientemente aos valores do mundo.

A viagem se torna cada vez mais perigosa, pois exigirá de nós coragem, determinação e um desejo profundo de ir ainda mais fundo nesta descoberta.
Entretanto, voltar atrás se torna impossível, pois o novo ser que acabamos de conhecer, jamais se amoldará novamente à máscara que nos ensinaram a usar para ocultá-lo.

…Tantra não é um conceito moral. Não é nem moral nem imoral; é amoral. É uma ciência, e ciência não é nenhuma das duas coisas. Suas moralidades e conceitos a respeito do comportamento moral são irrelevantes para o tantra.
Tantra não está preocupado com a maneira como alguém deveria comportar-se. Ele está preocupado basicamente com o que é, com o que você é. Esta distinção precisa ser entendida profundamente.

A moralidade se preocupa com ideais – como você deveria ser, o que você deveria ser. Portanto, moralidade é basicamente condenação. Você nunca é o ideal, então, você está condenado. Toda moralidade é criadora de culpa.
Você pode nunca tornar-se o ideal; você está sempre ficando para trás. A distância estará sempre lá – porque o ideal é o impossível; e através da moralidade se torna mais impossível.
O ideal está lá no futuro, e você está aqui como o que você é. E você segue comparando. Você nunca é o homem perfeito; alguma coisa está faltando. Você sente culpa, você sente autocondenação.

….Tantra é contra a autocondenação – porque condenação nunca pode transformar você; condenação pode somente criar hipocrisia. Então, o que você não é, você tenta, você pretende mostrar. Hipocrisia significa que você é o homem real, não o homem ideal. Então, você tem uma fenda dentro de você. Você tem uma face falsa. O homem irreal nasce. E tantra é basicamente uma procura para o homem real, não para o homem irreal.

Toda moralidade cria hipocrisia… Hipocrisia permanecerá com moralidade, é parte dela – a sombra. Isto parecerá paradoxal, porque moralistas são os homens que mais condenam a hipocrisia; eles são os criadores dela. E hipocrisia não pode desaparecer da terra a menos que a moralidade desapareça.

… Você pode criar uma face falsa; você pode pretender ser algo que você não é. Aquilo salva você. Na sociedade, você pode mover-se mais facilmente, mais convenientemente. E interiormente você tem que suprimir o real, porque o irreal pode ser imposto somente se o real é suprimido.

Então, sua realidade vai se movendo para baixo dentro da inconsciência, e sua irrealidade se torna sua consciência. Sua parte irreal se torna mais proeminente, e o real recua para trás. Você está dividido. E quanto mais você tenta simular, maior será a distância”.

OSHO – Vigyan Bhairav Tantra
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Lolita – Fruit de la Passion

Coleção inspira fantasias, é propositalmente fatal!

Personagem que transporta a mulher a viver um romance noir, ela é tentadora, sedutora, maliciosa. Cheia de pensamentos e com uma vontade forte, a Lolita Girl busca por despertar emoções. É aquela que está sempre pronta para tocar o futuro, revelar fantasias, criar sonhos muitas vezes até alheios. E quando o momento mágico parece mais calmo, o ar mais fresco, uma luz parece surgir entre suas formas inspiradoras, eternas. Como se a luz do seu fogo provocasse novas sensações num filtro de cores e arrepios, exalando harmoniosas fragrâncias.
Mas também a Lolita é aquela capaz de mudar o próprio destino dentro de um estilo classical, à moda vitoriana, ou mesmo ao rococó original. Como ainda em seguir o estilo sweet (´´fofo“), em cores como o blush, o branco e o marcante preto, em peças perfeitamente coordenadas, bordados inglês, passa fitas, frus frus e franzidos.

Chéri tu me donnes ta passion
Et je trouve ça fabuleux
Je n’suis pas branché sentiments
J’suis plutôt super amant
Aujourd’hui tu vas oublier
Tous les tocards qui n’ont pas assuré
Y a pas que la fesse dans la vie
Y a le sex aussi
Fruit de la passion

J’aime quand tu touches
Fruit de la passion
Ah ! c’est super
Fruit de la passion
Francky c’est génial
Fruit de la passion
Ton dessert mon amour
Fruit de la passion
Décidément c’est dément
Fruit de la passion
Quelle aventure !
Fruit de la passion
Ça me fait soupirer
Fruit de la passion..

Nenhuma mulher está livre de se apaixonar por um cafajeste de boa linhagem, homem cálido, amoroso e gentil – como os protagonistas dos contos deste livro. Eles não são especialmente bonitos ou ricos. O que torna esses canalhas irresistíveis é sua fascinante disponibilidade para ouvir uma mulher. Ouvir e, é claro, enredá-la em suas promessas de amor – proibido, dominado pela luxúria, com altíssimo teor de combustão.

Os autores aqui reunidos revelam artimanhas e obsessões desse delicioso personagem. Ruy Castro apresenta um insaciável Don Juan no Rio contemporâneo. Carlos Heitor Cony escreve sobre um jornalista que quer aprender a ser canalha, nos anos 50. Geraldo Carneiro constrói um conto a partir de uma sinopse de Bráulio Pedroso, sobre um ardiloso sedutor que transforma a vida de uma mansão na avenida Paulista. Aldir Blanc nos entrega o coração de um conquistador suburbano.


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O PÔR DO SOL…

Fernando Pessoa

“Tenho em mim todos os sonhos do mundo.”
 

Quem não vê bem uma palavra não pode ver bem uma alma”
“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.”
“Eu que me agüente comigo e com os comigos de mim”

“… há sem dúvidas quem ame o infinito, há sem dúvidas quem deseje o possível , há sem dúvidas quem não queira nada. Há 3 tipos de idealistas, e eu , nenhum deles. Porque amo infinitamente o finito, porque desejo impossivelmente o possível, pq quero tudo , ou um pouco mais , se puder ser, ou até se não puder ser … “

O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso.

As Mulheres São Muitas

Arnaldo Jabor

Eu nunca conheci a mulher – eu já amei e odiei mulheres – não existe a mulher, existe:

  • a mulher de burca,
  • a strip-teaser,
  • a prostituta,
  • a freira,
  • a mãe de família,
  • a perua a piranha,
  • a modelo, a bondosa,
  • a malvada, existe Eva e Virgem Maria.

A mulher talvez tenha sido invenção dos machos, A MULHER com M; sempre que chega o dia internacional da mulher, nós machista escrevemos sobre elas, elogiando o lado abstrato das fêmeas, a delicadeza, sua coragem, em suma textos de uma hipocrisia paternalista, como se falássemos sobre crianças ou vítimas, muitas vezes são vitimas sem dúvidas, mas eu de certa forma sou hoje, o que as mulheres fizeram comigo, eu sou o que aprendi com elas, no amor ou no sofrimento.

Eram como quebra-cabeças ao tentar armá-las ou armá-los, eu aprendia novos labirintos, descobria que também não tenho forma e nem lógica e que sempre faltará uma peça na charada. Claro que é um preconceito essa mania de dizermos que as mulheres são incompreensíveis, mas essa confusão na cabeça das mulheres não é maluquice ou psicose, elas são mais profundas do que as certezas masculinas, as ilusões de certezas, as mulheres são várias, isto não as faz traidoras, nós é que nos achamos nulos unificados, a mulher não é um enigma nós que achamos que há clareza, os homens são mais óbvios, o homem tem um fim, um projeto, a mulher abre-se no horizonte com muito sentidos, e está sempre equivocando o homem. Nunca saberemos quem é aquele ser com útero, seios, vagina, aquele ser maternal, bom, terrível quando contrariado no ponto G da sua alma.

Por isso me espanto quando chega o dia internacional da mulher, existe alguma coisa que as unifique numa identidade geral?
Sim, eu penso politicamente sem que saibam elas, estão mais próximas do que nós da realidade múltipla aberta do mundo de hoje, sem futuros ou significados.

O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso.

Friedrich Nietzsche

“Ensino que a vida jamais deveria ser modificada ou esmagada devido à promessa de outro tipo de vida futura. O imortal é esta vida, este momento.”

Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.

Friedrich Nietzsche

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